14 Outubro 2009
Não escrevo poemas de amor ou de dor. De bonança ou alegria. Não escrevo cantos, contos, odes ou canções. Nem uma única letra de tristeza ou de felicidade.
As estórias eróticas ou apaixonantes não passam da mente para a ponta dos dedos. Nem preenchem cadernos ou as folhas soltas.
Mas está tudo aqui, em mim, à espera de ver a luz do dia…ou a luz da página branca.
Não escrevo porque não quero. Porque este espaço é mais do que uma confusão de coisas. Ainda mais numa altura em que se espera a escrita banal. Não, não vou corresponder ao que se exige, não vou escrever o que se quer ou não ler. Não vou fazer nada…porque pura e simplesmente não quero.